Acabei de ler um livro chamado "O agir invisível de Deus" e, caramba, como isso é verdade e como Deus mostrou ao final da leitura como Ele esteve o tempo todo em que eu li agindo de modo invisível na hora mas totalmente engenhoso quando tudo foi revelado.
Comecei a ler esse livro porque um dia eu estava tão no limite de tudo que liguei para o meu pastor e ele milagrosamente conseguiu me atender no mesmo dia (normalmente a gente não consegue conciliar as agendas) e conversamos muito. Eu particularmente reclamei da vida, reclamei de um montes de coisas e mesmo sabendo que estava errada, eu precisava desabafar. E de fato, muitas coisas ali foram alinhadas mas, ao final da conversa, ele me disse que o Espírito Santo o incomodou para me emprestar esse livro e eu o levei para casa.
Confesso que não achei grande coisa no começo, inclusive achei mesmo que tinha um montes de coisas que eu já sabia e acabei lendo mesmo para ver onde isso ia dar. Claro que a história que o pastor conta ali é mesmo um verdadeiro milagre mas os ensinamentos no começo do livro não me pareceram grandes revelações. Mas, ao passo que fui avançando na leitura, algumas coisas foram marcando a minha vida.
Uma delas é que Deus permite os seus abalos (bom, eu já compartilhei sobre isso em um post anterior). Outra é que Ele vem como fogo consumidor e que, quando Ele assume essa forma, Ele vem não para destruir mas para consumir tudo aquilo que não dura, que deve ser mesmo consumido e eliminado, deixando apenas aquilo que de fato é útil para Ele. É por isso, explica o autor, que a sarça ardia quando Moisés a viu no deserto: o fogo queimava mas não destruía, simplesmente porque tudo o que tinha para ser eliminado na vida de Moisés foi sendo retirado nos primeiros oitenta anos. Ou seja, era um sinal de que ele estava pronto aos olhos do Pai.
E por fim, juntei tudo isso com algo que ouvi um tempo atrás: o Senhor quer nos fazer mais do que vencedores. E ser mais do que um vencedor é ter lutas, passar por elas e sair aperfeiçoado.
Então, o negócio é assumir a luta e glorificar a Deus a cada dia pela Sua imensa misericórdia em não sermos consumidos, apenas ficarmos mais afiados, assim como um instrumento cortante na mão de um cirurgião.
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