quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Mudaram as estações... mas algo mudou (espero!)
Eu já passei por isso... o pior, achava que tinha sido apenas uma vez mas agora já tenho dúvidas se não passei em outros momentos sem perceber.
Lembro-me de, há anos atrás, ter uma conversa com um pastor que orou duas vezes por mim apenas. E nas duas vezes ele conseguiu produzir efeitos curiosos sobre a minha vida.
Na primeira vez, eu estava em um retiro de jovens passando o dia (por convite de uma querida irmã) e fomos em grupo. Lá, eu me sentia bem perdida e tinha um pastor convidado que estava orando por todos por cura. Como eu tinha um problema crônico no estômago que me fez tomar remédio e tomar cuidados com alimentação, além de curtas internações em pronto socorro para tratamentos em momentos de crise por bastante tempo da minha vida (até ali tinham sido cerca de 16 anos), a minha mãe sugeriu que eu fosse pedir para ele orar.
Como eu me tornei um tanto resistente com relação à oração por cura (por sinal, isso é um capítulo totalmente à parte na minha vida e um dia eu compartilho sobre isso), eu vi esse "pastorzinho" com carinha de manso no canto e pedi para ele orar. Eu tive naquele dia a certeza de que o meu problema não era físico e que se ele orasse pedindo por paz aquilo não se repetiria.
Eu não sei explicar como eu sabia a origem do meu problema (aliás, tomei consciência naquele dia) mas o ponto é que eu estava certa e daquele dia em diante, depois que ele orou pedindo ao Espírito Santo me cobrir com a paz que excede a todo o entendimento, nunca mais eu tive os problemas que vinha tendo até ali. De qualquer forma, por via das dúvidas, eu mudei os meus hábitos alimentares porque sempre achei que valia a pena cuidar de algo que se ganha quando vem com muito sacrifício ou depois de muito sofrimento.
A segunda oração partiu dele. Depois desse dia da primeira oração marquei de conversar com ele e contei como tinha sido a minha vida até ali. E ele olhou para mim, deu uma risadinha e me disse que a primeira coisa que eu tinha que deixar era a minha adolescência. Naquela altura eu estava com quase trinta anos de vida mas, se espremesse bem, sairia pouca coisa de proveitoso. E, por causa disso e de meu comportamento autodestrutivo identificado por ele, ele pediu a Deus que, quando eu tivesse uma vontade de fazer algo "adolescente" e "tresloucado" que eu sentisse um enorme incômodo do estômago. Isso já faz quase três anos e funciona direitinho.
Pois é... lembrei disso ontem à tarde. E lembrei disso porque como estou passando por um momento de batalha espiritual e interna, senti uma enorme vontade de fazer algo que, sinceramente, dois segundos depois, me gerou aquele incômodo enorme no estômago de novo. E, pensando bem depois, eu conclui que realmente foi dispensável o que fiz (então, ainda acontece o incômodo e eu ainda sigo em frente em alguns momentos.... o que quer dizer que ainda preciso aprender).
Até agora posso dizer que:
1) Fazia tempo que não tinha crises de ansiedade como as que vem me acometendo nos últimos dias;
2) Percebo que nesses momentos a minha audição fica parcial e eu ouço apenas o que não quero (ou seja, o que é ruim ou que não necessariamente é verdade);
3) Nesses momentos a minha visão se prende naquilo que não ajuda;
4) Tomar decisões é péssimo;
5) Dar opiniões é pior ainda;
6) O sono me invade durante o dia... e de noite ele vai dar um "rolê";
7) Ler um livro edificante (especialmente a Bíblia) ajuda profundamente;
8) Orar entregando o dia a Deus não porque já não fosse Dele
O que mais será que vou aprender (relembrar) com tudo isso?
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário